sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Samba do coração, com Dona Mocinha

Em 79 começou. Quem estudava à tarde, fazia samba de manhã. Quem estudava de manhã, fazia samba à tarde. Assim se fazia samba o dia todo no Pagode da Dona Mocinha, apelido de Dona Iraci desde pequenina. Brincou na escola de samba Leopodina Show e na Girassol por insistência dos filhos e foi aí que se apaixonou pela festa, samba e carnaval. Foi encontrar o samba também no Rio de Janeiro. Matou trabalho para costurar e bordar muitas fantasias. Hoje é anfitriã na casa onde nasceu e se criou, ponto de convergência de foliões e boêmios e de seus blocos no pré-carnaval. Em 2009 foi um sucesso no novo esquema de carnaval de rua de Fortaleza, sendo inclusive um dos nomes homenageados oficialmente pela prefeitura. E o que quer mais? O samba continua! A Dona Mocinha continua gostando de rir e chora com facilidade. É danada na conversa, conta da história da cidade, do bairro, das pessoas queridas que forem passando por alí e de tudo o que sente ela também vai contando, nesta noite, ao redor da fogueira.

Narrativas com D. Mocinha - parte 1

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Narrativas com D. Mocinha - parte 2

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

A guerra dos bárbaros, com Maria Amélia Leite

Uma adorável e briguenta senhora dedicada à causa indígena juntou livros, mapas e amigos - historiadores, antropólogos, pesquisadores de vários estados - e teve acesso a uma guerra ainda pouco conhecida. Nesta noite, ela falará, entre outras coisas, de povos insubmissos, mascarados pelos colonizadores como "tapuias"; da chacina em 1732, do final da guerra na região do Jaguaribe; da história de Mandu Ladino, tabajara que levantou os povos na região da Ibiapaba e Piauí atual.

Narrativas com Maria Amélia - parte 1

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